segunda-feira, 27 de julho de 2015








Teus olhos eram luzeiros de estrelas que frenéticos piscavam
Na penumbra do fumo escorrido de tabaco
Tinham esse brilho quente como tinham seios danados
Volúpias dançavam agarradas e contorcidas ao teu corpo
Em esgares eróticos languentos e apelativos
Nós os pobres pasmados éramos mariposas voando cegas
Só víamos luz onde apenas havia trevas.


Jorge d’Alte

Sem comentários:

Enviar um comentário

CANTA-ME UMA CANÇÃO

Canta-me uma canção. Canta-me esta canção de uma moça que desapareceu como truque de ilusionista diz-me; posso ser eu? Olho o meu corpo e só...