sábado, 11 de julho de 2020

GAIVOTAS




Pontes de ferro
Onde pouso.
Barcos rabelos de velas desfraldadas e pipos
Que sobrevoo.
O dourado do rio que se atira nos braços do mar
Onde mergulho.
O sol preguiçoso que me indica o horizonte
Para onde parto.
Madrugadas veladas de maresias e nevoeiros
Que me trazem.
Ventos onde pairando
Deixo cair meus olhos e sonho.


Jorge d'Alte




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