No longe os passos eram ecos sem retorno.
A alma resignou-se amarfanhada na sombra caída.
Recortada na quadratura da janela,
a silhueta sentada sem vivo rosto,
incendia a chama efémera, da Esperança.
Jorge d'Alte
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Canta-me uma canção. Canta-me esta canção de uma moça que desapareceu como truque de ilusionista diz-me; posso ser eu? Olho o meu corpo e só...
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