A ampulheta contava sem tempo
Mero instrumento sem alma nem pudor
Insensível era o que era, fria como a tua mão.
Não contava a tua história
Não contava os teus sonhos
Não respirava os teus anseios
Apenas estava ali, caindo.
Jorge d'Alte
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Canta-me uma canção. Canta-me esta canção de uma moça que desapareceu como truque de ilusionista diz-me; posso ser eu? Olho o meu corpo e só...
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