quinta-feira, 15 de fevereiro de 2018

Á NOITE NA CAMA











Á noite na cama
olhando no tecto
esse olhar que desenho
como vírus infecto
minando-me a alma.
Franzi o cenho!
Olho meu lado
onde mora a saudade
apalpo esse frio lugar
cheio da realidade
vazio de abandonado.
Para onde foste morar?
E a pergunta rói
num corpo que padece
inconformado retirei
essa coisa que dói
e como prece
Safo o rosto que desenhei!


Jorge d'Alte

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