terça-feira, 18 de novembro de 2025

QUIS O DESTINO







O vento furacão
lutava com o trovão
mas fora o relâmpago 
que me fascinara.
A mente se abriu em carradas
eram chuvas ou lágrimas choradas?
Eram memórias do meu amago
era a saudade que ali ficara.
fora ela que se deitara ali
foram beijos onde me perdi
seus cabelos que se encaracolavam
eram vagas, nuvens de amar.
O vento furacão
resmungava em trovão
tinham sido almas que se amavam
quis o destino que se finasse no mar.


Jorge d'Alte






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