Sabes que gosto de ti
que te amo que te adoro
não sei porque morri
neste amor doido sem fim
e sempre que olho para ti
vejo tudo o que perdi naquele tempo
tempo que se arrastou
que te trouxe a um ilhéu que sou eu e tu.
Sempre nos amamos num amor confuso
mas sou sempre teu mesmo quando o beijo se perdeu.
Quero-te sempre ao meu lado
não quero ser como pedra que se chuta com o sapato
Amo-te como no primeiro dia!
Quando damos a mão as tristezas ficam no caminho
as mágoas se evaporam como geadas na matina
Vivo contigo este sonho antigo
que soçobrará quando o tempo quebrar
e um de nós partir.
Jorge d'Alte
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