De
orvalhadas caídas
No
desnuar das sombras.
Grava
nos sonhos escarnidos
O
nome que não tens
Que
um dia no vislumbre
Do
deslumbre,
Por
mim inventei!
(Toques
macios na crua carne
Frígida
de perenes gelos )
Jorge d'Alte
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Teu cabelo a adornar o vento setentrião e uma flor quanto do verbo amar te devo dar coração; e se for? O meu rio de prazer aquilo que o be...
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